BRASIL - A decisão de Michelle Bolsonaro de disputar uma vaga no Senado pelo Distrito Federal foi tomada na véspera da convenção do PL, após uma série de conversas com o ex-presidente Jair Bolsonaro, familiares e aliadas políticas. Segundo pessoas envolvidas nas tratativas, a definição ocorreu apenas nos momentos finais antes da oficialização da candidatura.
A principal dúvida da ex-primeira-dama era conciliar a campanha eleitoral com os cuidados dedicados a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Desde que deixou a presidência nacional do PL Mulher, Michelle reduziu compromissos públicos e viagens para permanecer ao lado do marido.
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Família participou da decisão
Na sexta-feira (31), Michelle afirmou que a decisão dependeria de uma conversa com Jair Bolsonaro.
Depois disso, os irmãos Suyane, Geovanna, Eduardo e Diego participaram das discussões e ofereceram apoio para que ela pudesse conciliar a campanha com a rotina familiar.
Segundo aliados, um dos argumentos apresentados foi que a decisão não deveria ser tomada apenas com base no momento vivido pela família. Também foi lembrado que Michelle, criada em Ceilândia, teria a oportunidade de representar a região no Senado.
