O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no sábado (1º) que cancelou ataques planejados contra o Irã, acrescentando mais tarde que autoridades de Washington e Teerã se reunirão para conversas ainda hoje.
O Irã negou que esteja mantendo discussões com os EUA.
Esta não é a primeira vez, durante o conflito, que Trump ameaça realizar ataques e depois os cancela.
Trump anuncia começo de novas negociações com Irã hoje; petróleo cai
Análise: Suspensão de ataques no Irã de Trump apresenta desafio a Netanyahu
Militares dos EUA pedem às tropas ideias "criativas" para punir o Irã
Em 21 de março, Trump afirmou que os EUA “atingiriam e destruiriam” usinas de energia iranianas caso Teerã não reabrisse o Estreito de Ormuz em até 48 horas. Em 23 de março, pouco antes de expirar o prazo estipulado por ele, o presidente declarou que os dois países haviam mantido “conversas produtivas” e que ele adiaria por cinco dias qualquer ataque a instalações de energia.
Em 7 de abril, Trump alertou que “uma civilização inteira morrerá esta noite” se o Irã não concordasse em encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz. Horas depois, foi anunciado um cessar-fogo de duas semanas entre os países.
Em 21 de abril, véspera do término previsto do cessar-fogo, Trump disse que esperava “estar bombardeando” caso os negociadores não chegassem a um acordo. Mais tarde naquele dia, ele prorrogou o cessar-fogo.
