O presidente da Colômbia, Gustavo Petro (Pacto Histórico, esquerda), afirmou, sem apresentar provas, que os Estados Unidos e Israel fraudaram a eleição presidencial no país. Em publicação no X, ele disse que o resultado das urnas foi alterado por um software israelense para favorecer o presidente eleito, Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria, direita), que toma posse em 7 de agosto.
Segundo Petro, o verdadeiro vencedor da eleição foi Iván Cepeda (Pacto Histórico, esquerda) -candidato que tinha seu apoio. O presidente interino disse que o software teria manipulado algoritmicamente cerca de 1,8 milhão de votos para garantir a vitória de Espriella.
Petro atribuiu o esquema a 2 financiadores distintos: dinheiro do narcotráfico de cocaína destinado aos EUA e recursos de empresas de inteligência privada israelense que teriam sido usados para substituir os votos reais dos colombianos pelo resultado gerado pelo programa de computador.
O presidente classificou o episódio como “uma das maiores afrontas à democracia na ordem global”. Petro afirmou ainda que o novo mandatário eleito não é legítimo pelo voto popular da Colômbia.
“As forças genocidas israelenses roubaram as eleições colombianas, e o novo presidente não é legítimo segundo o voto popular da Colômbia.
