O ministro do Interior da Espanha, Fernando Grande-Marlaska, disse no sábado (1º.ago.2026) que a cidade autônoma de Ceuta retornou a uma “normalidade razoável”. No entanto, relatos da mídia internacional afirmam que restam pelo menos 400 migrantes nas ruas e praias próximas à fronteira com o Marrocos.
Grande-Marlaska afirmou que “quase todos” os imigrantes que entraram no enclave retornaram ao Marrocos, incentivados e escoltados por militares e policiais espanhóis. Ao menos 48.000 pessoas voltaram ao Marrocos, de acordo com o governo espanhol.
O posicionamento do governo desencadeou protestos contra o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez (Psoe, esquerda), em diferentes partes do país. Apoiadores da centro-direita e de direita criticaram o premiê por não ter uma posição mais incisiva contra a migração em massa.
Durante manifestações em frente ao consulado do Marrocos em Barcelona e na embaixada do país em Madri, manifestantes gritavam: “Pedro Sánchez, filho da puta”.
Concentración franquista en el Consulado de Marruecos en Barcelona al grito de “Pedro Sánchez, hijo de put*” pic.twitter.com/JiHekBSi1H, Fonsi Loaiza (@FonsiLoaiza) July 31, 2026
‼️🇪🇸🇲🇦 | AHORA, Así está el ambiente frente a la embajada de Marruecos en Madrid ante la invasión en Ceuta y Melilla. Miles de españoles indignados exigen responsabilidades mientras Sánchez está de vacaciones en La Mareta.
