O mercado físico do boi gordo registrou preços mais altos para o boi gordo no decorrer de julho. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, a oferta mais restrita dificultou a composição das escalas de abate por parte da indústria frigorífica.
Nas exportações, a projeção dos volumes se mostrou mais lenta, com uma queda no ritmo diário ao longo do mês, algo previsível e que refletiu o esgotamento precoce da cota brasileira disponibilizada pela China.
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Iglesias sinaliza que, para agosto, há uma expectativa de um maior equilíbrio nas cotações do boi gordo, pois tende a haver um avanço gradual da oferta proveniente dos confinamentos.
Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 30 de julho:
São Paulo (Capital) - R$ 350 a arroba, avanço de 4,48% perante os R$ 335 praticados no fim de junho.
Goiás (Goiânia) - R$ 325 a arroba, aumento de 1,56% frente aos R$ 320 praticados no fim do mês anterior.
Minas Gerais (Uberaba) - R$ 325 a arroba, alta de 3,17% perante os R$ 315 praticados no fim do mês passado.
Mato Grosso do Sul (Dourados) - R$ 335 a arroba, aumento de 4,69% frente aos R$ 320 registrados no final do mês anterior.
Mato Grosso (Cuiabá) - R$ 325 a arroba, queda de 1,52% frente aos R$ 330 registrados no fim de junho.
