Em 28 de julho, como se sabe, o presidente americano Donald Trump publicou uma nota comunicando a prorrogação por mais um ano (por enquanto) da emergência nacional declarada pela Ordem Executiva 14323, de 30 de julho de 2025, base sobre a qual os EUA aplicaram sanções ao Brasil via IEEPA (International Emergency Economic Powers Act).
Os motivos declarados pelo presidente americano foram muito claros: a aplicação da emergência nacional tinha o objetivo de lidar com aquilo que ele chamou de “ameaça incomum e extraordinária (...) à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos, constituída pelas políticas, práticas e ações do governo do Brasil”.
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Que não restem dúvidas, pois as palavras do líder da maior potência militar, tecnológica e econômica do mundo são prenhes de gravidade e consequências. Para o presente governo americano, o Brasil tornou-se um país hostil, novo integrante de uma lista em que já estão há muito tempo nações como a China, o Irã e a Venezuela. Mas há um aspecto nessa postura do governo americano que, a nós brasileiros, toca mais diretamente. O claro reconhecimento da perseguição política imposta a Jair Bolsonaro e seus filhos por parte do regime luloalexandrino. E não só a eles, como também ao conjunto de seus eleitores, militantes e admiradores em geral.
