O Jeep Commander é um dos carros mais importantes para a fabricante no Brasil. Fabricado no polo da Stellantis em Goiana (PE), o SUV recebeu algumas novidades para a linha 2027 como eletrificação e um novo motor flex para a versão topo de linha: Blackhawk.
Ao longo de uma semana, a reportagem da CNN Brasil testou essa versão para entender o que realmente agrada e o que poderia ser melhor. O preço cheio talvez seja um dos principais pontos que pesam na venda do Blackhawk, mas com descontos o valor sai mais atrativo.
Com preço de tabela de R$ 329.990, a configuração topo é vendida, em oferta, para pessoa física por R$ 314.000. Para CNPJ e microempresário, pode sair na casa dos R$ 280 mil.
De forma prática, rodamos cerca de 400 quilômetros com o Commander mais potente da gama. Abastecido com gasolina, as médias na cidade giram em torno de 6 km/l. Na estrada, é possível chegar próximo aos 10 km/l, caso o condutor consiga controlar o pé e resista aos 272 cv presentes embaixo do capô.
Esse é um dos pontos mais acertados do Commander. Com motor Hurricane 2.0 l de 272 cv e 40,8 kgfm de torque, o SUV de sete lugares acelera de 0 a 100 km/h em 7 segundos, uma boa aceleração, considerando a relação de peso do carro.
O Jeep Commander Blackhawk entrega uma experiência de condução que privilegia o conforto sem abrir mão da estabilidade. A direção tem boa calibração e os pedais respondem de forma progressiva, tornando o SUV agradável tanto no uso urbano quanto em viagens.
