Espanha escolta imigrantes para fora de Ceuta e instala barreira no mar para evitar chegad
Subiu para 72 o número de pessoas que morreram ao tentar atravessar a nado a fronteira entre Marrocos e Ceuta, enclave espanhol no norte da África, atualizaram neste domingo (2) as autoridades locais.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
"O último dado que temos é de 72 [corpos recuperados]", afirmou o delegado do governo em Ceuta, Miguel Ángel Pérez Triano, ao ser questionado sobre o número de falecidos. O balanço anterior era de 67 mortos.
A polícia e as tropas espanholas patrulhavam as ruas de Ceuta neste domingo, enquanto o enclave retornava à normalidade após o fluxo repentino de migrantes procedentes do Marrocos.
Poucos migrantes continuavam em Ceuta depois que muitos dos que atravessaram a pequena cerca fronteiriça retornaram voluntariamente ao Marrocos em 48 horas.
A maior entrada em massa de migrantes no enclave desencadeou uma crise internacional para a Espanha. Vários aliados europeus criticaram Madri por suas políticas favoráveis à regularização de migrantes.
Agentes da Guarda Civil espanhola instalam uma barreira inflável em Ceuta, cidade autônoma da Espanha, para conter novos fluxos migratórios pelo mar de Marrocos, em 1º de agosto de 2026.
Jorge Guerrero/ AFP
O papa Leão XIV fez uma breve referência neste domingo à crise em Ceuta, durante a bênção do Angelus.
"Sigo com preocupação a alarmante situação em Ceuta.
Sobe para 72 número de migrantes que morreram ao tentar entrar em Ceuta
