Mais do que um ato de coragem, empreender é também uma questão que envolve confiança e construção de bons relacionamentos.
Este é um das justificativas para o atual cenário empreendedor brasileiro, marcado por um número crescente de empresas co-lideradas por amigos que se tornam também sócios nos negócios.
Apenas no Brasil, a decisão de ter um amigo para manter uma sociedade é a escolha de 29% dos empresários, perdendo apenas para sócios que também são da mesma família, indica um estudo da consultoria MindMinners.
Além do CNPJ, estes sócios dividem as responsabilidades gerenciais, os lucros e as dificuldades que surgem durante a jornada empreendedora, colocando em práticas os preceitos da chamada economia das relações, baseada no vínculo humano como fator influenciador em múltiplas áreas, incluindo o desempenho de empresas.
Por trás da decisão de empreender ao lado de amigos ou parceiros está a busca pela confiança, divisão clara de tarefas e confluência entre diferentes habilidades e expertises.
Abaixo, conheça duas histórias de empreendedores que fundaram empresas a partir de boas conexões que surgiram de amizades de longa data ou simples trocas comerciais, e como mantêm o bom desempenho diante dos desafios.
Colegas de trabalho, Felipe Buranello e Eduardo Pirré se conheceram em 2011 enquanto trabalhavam na mesma franquia do setor de construção civil, e logo se tornaram amigos.
