Uma investigação aberta contra o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está buscando evidências de que ele estaria envolvido com tráfico de influência e corrupção.
A pedido da própria PF (Polícia Federal), o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou, na última quinta-feira (30), que a corporação policial instaurasse um inquérito para apurar as acusações.
O pedido foi enviado ao STF no dia 24 de julho e distribuído a Mendonça, que também é relator do inquérito sobre os desvios bilionários no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), apurados na Operação Sem Desconto, caso em que também há menção a Lulinha.
A suspeita é que ele teria atuado junto ao Ministério da Saúde em negociações ligadas ao processo de autorização para comercialização de cannabis medicinal.
A corporação quer investigar se Lulinha atuou para uma empresa em contratos com a estatal vinculada ao Executivo.
A PF suspeita que um empresário do setor de tecnologia da Dataprev tenha atuado com o filho do presidente, o “Careca do INSS” e a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, na tentativa de firmar contratos do governo federal.
