O fenômeno climático “El Niño”, caracterizado pelo aumento da temperatura no Oceano Pacífico, começou oficialmente e espera-se que seja o mais intenso em décadas este ano, a ponto de já ser popularmente conhecido como “Super El Niño”.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) informou em 11 de junho que o fenômeno “El Niño” havia se formado no Pacífico tropical, emitiu um alerta e forneceu alguns dados sobre a intensidade que ele poderia atingir.
“Os meteorologistas preveem uma probabilidade de 63% de que as temperaturas da superfície do mar ultrapassem os 2,0 °C na região do Pacífico monitorada pelo El Niño. Se esse limite for ultrapassado, a NOAA considera o evento ‘muito forte’”, disse ele.
Nesse contexto, alguns países da América Latina já começaram a divulgar informações sobre os impactos que esse evento poderá ter em seus territórios, bem como algumas das medidas que planejaram para lidar com eles.
Argentina
O Serviço Meteorológico Nacional da Argentina (SMN) informou em 1º de julho que, segundo suas previsões, as temperaturas da água do mar estarão acima do normal durante o trimestre de julho a setembro e que a probabilidade de essa situação continuar “permanece muito alta nos próximos trimestres”.
