O fortalecimento do El Niño deve intensificar os extremos climáticos no Brasil ao longo de agosto. Segundo a meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo, o fenômeno segue em rápido aquecimento no Oceano Pacífico Equatorial e deve atingir seu pico entre a primavera de 2026 e o início do verão 2026/2027, com intensidade classificada entre forte e muito forte.
Os primeiros efeitos já foram sentidos em julho, quando o excesso de chuva provocou enchentes em áreas do Rio Grande do Sul. Agora, a influência do El Niño tende a aumentar, elevando o risco de novos temporais no Sul e favorecendo ondas de calor em boa parte do país.
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Sul segue em alerta para temporais e enchentes
A previsão indica chuva acima da média nos três estados da Região Sul durante agosto. Além do alto volume de precipitação, a Climatempo alerta para a possibilidade de novos temporais, com ventos fortes, queda de granizo e episódios de tempo severo.
A principal preocupação permanece no Rio Grande do Sul, que já enfrentou enchentes em julho e pode voltar a registrar acumulados elevados de chuva ao longo do mês.
Outro fator que reforça esse cenário é o aquecimento do Oceano Atlântico Sul.
