Ataques israelenses em Gaza deixaram uma enorme cratera em um hospital menos de 48 horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar que o Hamas e Israel haviam concordado em avançar com um plano de cessar-fogo, informaram autoridades locais.
O Ministério da Saúde de Gaza afirmou que o ataque deste sábado (1º) destruiu suprimentos médicos vitais.
“Quando medicamentos são bombardeados… a doença se torna uma arma de guerra”, disse Munir Al-Bursh, diretor-geral do ministério, em um comunicado.
O ataque destruiu dois depósitos de suprimentos médicos no Hospital dos Mártires de Al-Aqsa e danificou outros dois, segundo o Ministério da Saúde. O diretor-geral acrescentou que um acampamento de deslocados nas proximidades foi arrasado e tendas de civis sofreram danos extensos.
A CNN entrou em contato com as Forças de Defesa de Israel (FDI) para solicitar um posicionamento.
Imagens do local mostram pessoas vasculhando a grande cratera, tentando recuperar suprimentos médicos, como soro intravenoso, tubos de respiração, máscaras cirúrgicas e algodão, soterrados entre os escombros.
“Destruir um depósito de suprimentos médicos enquanto o sistema de saúde de Gaza já sofre com uma escassez de 51% de medicamentos essenciais… é um ataque direto a uma das últimas tábuas de salvação da assistência médica”, disse Bursh.
