Não são raras as situações em que pessoas famosas, figuras públicas e/ou novas personalidades são expostas e questionadas por posts e publicações de opiniões passadas. O que para muita gente parece distante, na verdade revela uma prática que ultrapassa o comportamento social e invade, cada vez mais, as mecânicas nos processos de seleção realizados por gestores e profissionais de RH.
De acordo com o relatório ‘The Social Media Hiring Report. 2026’, elaborado pela Bchex Research Report, 94% dos profissionais de recrutamento afirmam que os empregadores devem analisar o perfil dos candidatos nas redes sociais antes da contratação. Segundo a pesquisa, 70% dos empregadores fazem revisões de redes sociais, mas sem processo; e 72% deles se preocupam em encontrar falas criminosas e discriminatórias entre as publicações.
É fato que posturas profissionais desalinhadas com a imagem e cultura organizacional impactam diretamente a reputação de qualquer marca. Quando colaboradores são expostos por comportamentos ou atitudes infratoras, criminosas ou negativas de qualquer grau, normalmente a sua apresentação vem acompanhada da atividade profissional e do local onde exerce a função - fazendo com que, automaticamente, questionemos se a empresa realmente não sabia ou se não deu atenção ao assunto.
Entretanto, aqui encontramos uma linha tênue entre “liberdade de opinião” e profissionalismo.
