O PT adotou a estratégia de abrir mão de candidaturas próprias aos governos dos estados em 2026 para fortalecer as alianças com nomes que entram mais fortes nas disputas locais. São ao menos 14 estados em que o partido deixou de lado a cabeça de chapa para apoiar aliados.
Em outras 12 disputas locais, os petistas disputarão o governo estadual como principais candidatos, enquanto os aliados ocupam as vagas de vice-governador e a disputa pelo Senado. Ainda não há definição em Roraima, com convenção local marcada para o dia 4 de agosto.
O PT apoiará aliados nos seguintes estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
O partido terá cabeças de chapa nos seguintes: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e São Paulo.
Cenário indefinido: Roraima.
Candidaturas de PT e aliados nos estados.
Arte/g1
Um exemplo da mudança de estratégia é o Rio Grande do Sul: esta será a primeira eleição desde a redemocratização em que o PT deixa de lançar candidatura própria para apoiar uma aliada -- a primeira disputa a governador ocorreu em 1990.
Pesquisa Quaest divulgada na quinta-feira (30) mostra Juliana Brizola (PDT) numericamente à frente, com 24%, e tecnicamente empatada com Luciano Zucco (PL), que está com 22%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.
PT abre mão de candidaturas próprias para governador em 14 estados para fortalecer alianças
