Durante décadas, o acesso à Justiça para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais esteve condicionado, quase sempre, ao deslocamento dessas populações até as instituições. No Maranhão, essa lógica começou a ser invertida: agora, é o Judiciário que percorre os territórios para ouvir quem vive suas realidades todos os dias. Mais do que uma agenda institucional…
Justiça que Caminha: STF escolhe o Maranhão para projeto-piloto de Escuta em Territórios Tradicionais
Por João Pedro Castro · O Imparcial
