O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) recuou 1,9 ponto na passagem de junho para julho, para 109,4 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O resultado foi influenciado pela menor dispersão nas previsões de mercado para as taxas de juros nos próximos 12 meses e retorna a um patamar moderado de incerteza.
“Ao longo de julho, as expectativas de curto prazo da inflação passaram a melhorar, alinhadas com o resultado mais favorável dos últimos dados de preço, em especial dos alimentos, propiciando uma maior convergência das previsões dos especialistas para a trajetória futura da Selic. Apesar desse resultado favorável, ainda há cautela do mercado em relação a essas variáveis”, comenta a economista do FGV IBRE, afirma Anna Carolina Gouveia.
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A apuração da FGV mostra que o resultado de 109,4 pontos é o segundo menor nível registrado em 2026, acima apenas do patamar observado em fevereiro (105,8 pontos). No ano, o maior nível foi registrado em abril (117,2 pontos). O menor patamar do IIE-Br em 12 meses foi alcançado em dezembro de 2025 (104,5 pontos).
