Na hora de esconder as temidas olheiras, espinhas ou até mesmo outras manchinhas indesejáveis da pele, o corretivo entra em cena como um item indispensável na nécessaire de maquiagem.
Mas, acredite, uma escolha errado no tom do produto pode transformá-lo de aliado perfeito em um verdadeiro pesadelo. O resultado? A clássica cor acinzentada sob os olhos, que em nada lembra a deseja iluminação natural.
Para piorar a situação, quando aplicado de forma incorreta, o produto ainda consegue o efeito oposto ao desejado, criando relevos que destacam justamente o que deveria ficar o mais invisível possível.
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À CNN Brasil, Lázzaro Alves, maquiador oficial da Vizzela, explica que a técnica vai muito além da simples ideia de cobrir uma mancha. “Ela consiste em neutralizar a cor da imperfeição antes da cobertura, para que o resultado fique natural e dure mais”.
O procedimento, segundo ele, pode ser usado principalmente em casos de melasma, manchas de acne, olheiras profundas, cicatrizes, marcas de nascença e até tatuagens, dependendo do caso.
“Hoje conseguimos usar o corretivo em diferentes situações, incluindo hiperpigmentação pós-acne, vitiligo, rosácea e vermelhidão”, diz.
Como escolher a cor correta do corretivo?
O ideal, conforme explica o profissional, é lembrar da teoria das cores. “Sempre usamos a cor oposta para neutralizar”, comenta.
