SÃO LUÍS - Como em qualquer eleição e em qualquer relação partidária, os conflitos de interesses e as idas e vindas são sempre comuns. Nas eleições deste ano, no Maranhão, por exemplo, o candidato Orleans Brandão (MDB) teve várias intercorrências para a escolha de sua chapa majoritária com nome de candidato ao Senado e também a vice-governador. Com Felipe Camarão, pré-candidato do PT ao governo, não está sendo diferente.
O nome do candidato a vice-governador foi um dos primeiros impasses na chapa petista. A vaga foi dada para o PSB, partido comandando pela senadora Ana Paula Lobato, mas o escolhido foi um petista. No entanto, não era esse o acordo. A previsão era de que o nome viesse da Região Tocantina e chegou a ser quase que confirmado que seria o ex-secretário Clayton Noleto (PSB), que teve 65 mil votos para deputado federal em 2022.
Mas isso não se consolidou unicamente pela vontade do deputado estadual Othelino Neto, esposo de Ana Paula Lobato. Mas por qual motivo o parlamentar deixou de indicar um nome de seu partido para indicar o vereador do PT de Caxias, Ricardo Rodrigues?
Em primeira análise foi dito que o fato de Noleto não apoiar a candidatura de Othelino para deputado federal foi um fator determinante. Em tese, o ex-secretário estava fechado com o ex-deputado Marco Aurélio. Mas a coluna apurou que houve um compromisso de Clayton Noleto para apoiar Othelino Neto.
Então, qual foi a questão?
