A cada vez mais imponente, a mobilidade elétrica exige que os motoristas se adaptem a novos hábitos e compreendam os elementos que orbitam o funcionamento do veículo. Um dos pontos centrais dessa experiência é o sistema de carregamento de energia, que nem sempre opera da mesma forma e que depende da infraestrutura e de outros fatores.
Por isso, confira abaixo um resumo, feito pela CNN Brasil com base no guia da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), para ajudar a entender a diferença entre os tipos de carregadores e suas correntes e potências de recarga, fatores fundamentais para otimizar o uso do automóvel no dia a dia e em viagens.
Quanto custa para encher a bateria de um Volvo no carregador da marca?
Para começar, a divisão técnica de qualquer recarga está no tipo de corrente elétrica empregada: a Corrente Alternada (AC) e a Corrente Contínua (DC). A grande diferença prática entre elas não é apenas a velocidade, mas onde é feita a conversão da energia que sai da rede para entrar na bateria.
Corrente Alternada (AC): tomada da garagem, para uso diário
A energia que chega às tomadas de casas, condomínios e empresas é fornecida em corrente alternada. As baterias dos carros elétricos, no entanto, só conseguem armazenar energia em corrente contínua.
Nas recargas em AC, a transformação dessa eletricidade é feita por um componente chamado OBC (On-Board Charger), que fica instalado dentro do próprio automóvel.
