A CNS (Confederação Nacional de Serviços) teme que a tarifa adicional de 25% implementada pelos Estados Unidos atinja o setor, mesmo as medidas incidindo diretamente sobre os segmentos industrias exportadores.
O argumento da entidade é que, quanto maior a carga tributária, menor é a competitividade das exportações nacionais e isso tende a provocar retração parcial da demanda externa, especialmente aos bens manufaturados e produtos industriais.
Desse modo, o cenário pode ocasionar a redução do ritmo de crescimento da economia brasileira e, embora não seja diretamente atingido, o setor de serviços deve absorver parte relevante dos efeitos indiretos da desaceleração econômica.
Logística e transporte - redução do fluxo de cargas;
Serviços empresariais - menor demanda por consultorias, auditorias e engenharia;
Tecnologia da Informação - postergação de projetos de digitalização;
Serviços financeiros - maior procura por hedge e gestão de riscos, menor crédito corporativo;
Comércio e serviços locais - redução do consumo em regiões exportadoras.
