O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da FIFA, Gianni Infantino, durante a entrega da Copa do Mundo
IMAGN IMAGES via Reuters/Mark J Rebilas
A proximidade do presidente da Fifa, Gianni Infantino, e do norte-americano Donald Trump tem chamado a atenção desde que o republicano ganhou o primeiro "Prêmio Fifa da Paz", criado pelo cartola em dezembro do ano passado.
Agora, com o anúncio da Fifa para criar uma subsidiária capaz de vender direitos comerciais do torneio, a troca de gentilezas nos camarotes dos estádios entre os dois têm voltado à mente de muita gente.
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Nesta semana, Infantino anunciou a proposta de criação de uma nova subsidiária, chamada FIFA Forward Enterprise (FFE), que possibilitaria a venda de uma participação minoritária dos direitos comerciais da Copa do Mundo a investidores privados por cerca de 20 bilhões de dólares (R$ 102 bilhões).
A proposta tem sido amplamente rejeitada pela opinião pública. A Uefa, que comanda o futebol europeu, foi além: decretou um boicote a todas as competições organizadas pela Fifa até que a proposta seja definitivamente enterrada.
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A decisão foi tomada após uma reunião e contou com o apoio de todas as 55 federações nacionais que compõem a entidade.
Isso significa que nenhuma seleção europeia participaria de eventos como a Copa do Mundo feminina de 2027.
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