O Pentágono fechou um contrato de quase US$ 60 bilhões com a empresa americana Lockheed Martin para a produção de mísseis do sistema de defesa aérea Patriot. O acordo visa ampliar significativamente o estoque de interceptadores, cuja demanda global está em alta devido aos conflitos em curso na Ucrânia e no Oriente Médio.
Segundo o editor de Internacional Diego Pavão, o que está em escassez não é o sistema em si, já instalado em diversos países.
“O que está em falta é o interceptador, o míssil que esse sistema dispara para conseguir interceptar e derrubar o outro míssil, aquele míssil inimigo que vem de fora”, explicou Pavão durante o Live CNN desta quinta-feira (30).
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Cada interceptador leva entre 24 e 30 meses para ser produzido, um prazo que reflete a sofisticação tecnológica do equipamento. O míssil utiliza componentes altamente especializados, como microchips e semicondutores, cuja fabricação está concentrada em poucas empresas no mundo.
Taiwan é apontada como uma das principais produtoras desse tipo de componente, mas a oferta global ainda é considerada insuficiente diante da demanda crescente.
“A Ucrânia já usou e precisa muito desses mísseis.
