BRASIL - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido da defesa do ministro Marco Buzzi para adiar o processo disciplinar que apura acusações de assédio sexual, importunação sexual e injúria. Com a decisão, o julgamento de Buzzi foi mantido para o dia 6 de agosto.
A decisão foi tomada pela comissão responsável pelo processo administrativo disciplinar, presidida pelo ministro Luis Felipe Salomão, e confirmada pelo presidente do STJ, Herman Benjamin.
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Buzzi está afastado das funções desde 10 de fevereiro e permanece impedido de acessar as dependências do tribunal.
Comissão rejeita pedido de adiamento
A defesa solicitou o adiamento do julgamento de Buzzi, alegando que precisava de mais tempo para apresentar suas argumentações aos ministros antes da sessão.
Ao analisar o pedido, a comissão concluiu que os argumentos apresentados não justificavam o adiamento.
Segundo o colegiado, não há previsão para que os advogados façam apresentação individual e presencial da defesa a cada ministro. Os integrantes também destacaram que a sessão foi marcada com antecedência e que as alegações podem ser encaminhadas previamente ou apresentadas por videoconferência.
Ministro responde a duas denúncias
Marco Buzzi é investigado em dois casos distintos.
