A Prefeitura de São Paulo informou, nesta terça-feira (28), que criou um grupo de trabalho para revisar e aprimorar procedimentos relacionados à realização de corridas de rua e eventos esportivos.
A medida, em parceria com a SMS (Secretaria Municipal da Saúde), foi divulgada dois dias depois da morte do corredor Júlio Barreto, de 50 anos. Ele morreu após finalizar a meia-maratona da 10ª edição da SP City Marathon, na manhã do último domingo (26).
Em nota, a pasta reforçou que a infraestrutura necessária para a realização desse tipo de prova na cidade, inclusive a assistência à saúde, é de responsabilidade dos organizadores.
Para isso, é obrigatória a apresentação de um Plano de Atendimento Médico ao Grupo de Planejamento e Apoio a Eventos (GPAE), da SMS, exigência cumprida pela SP City Marathon.
A definição da assistência exigida considera a classificação de risco do evento, o número de participantes, a extensão e as características do percurso, o tempo de duração da prova, a concentração de pessoas e outros fatores técnicos.
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Quem era o corredor que morreu?
À CNN Brasil, o treinador de Júlio Barreto, Rogério Orban, contou que o homem era um atleta amador experiente, que já havia realizado maratonas e provas de montanha. Além disso, o atleta treinou ciclismo durante a maior parte de sua vida, começando a jornada na corrida de rua e no “trail run” a partir de 2021.
