Na noite desta quarta-feira, o Vitória foi derrotado por 4 a 0 diante do Palmeiras, pela 21ª rodada do Brasileirão, no Barradão, em Salvador (BA). Após uma partida marcada por polêmicas de arbitragem que ditaram o rumo do jogo, o presidente do clube baiano, Fábio Mota, se pronunciou condenando o que considerou erros que prejudicaram seu time.
O principal ponto de reclamação do Rubro-Negro foi a não expulsão de Maurício, no Palmeiras, por uma cotovelada no zagueiro Cacá, aos 26 minutos de jogo. Após isso, Cacá acabou epulso aos 37, após análise do VAR, por uma entrada em Jhon Árias, decisão que também gerou polêmica e acabou ocasionando a expulsão de Luan Cândido, também do Vitória, por reagir fazendo um gesto de ‘roubo’ com as mãos.
Após ficar com dois jogadores a menos, o time da casa viu Maurício abrir o placar da goleada aos 46.
“Ainda bem que o Brasil viu o jogo. O Cacá levou cinco pontos no quiexo e não foi por acaso, não foi por ser intencional. O que foi relatado pelos jogadores foi que o árbitro disse que não foi intencional. Intencional ou não, foram cinco pontos no queixo, e isso desequilibrou a partida completamente.”, disse Fábio Mota.
“Passamos por isso no ano passado com o Flamengo, situação idêntica, análoga, estamos acostumados. Não quero me vitimizar, mas é difícil fazer futebol no Nordeste. Você já tem um investimento menor, você já viaja mais, e ainda tem que passar por esse tipo de coisa.”, acrescentou.
