Aliados do pré-candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, avaliam que a governadora Raquel Lyra (PSD) chegou ao teto das intenções de voto na disputa estadual. O cenário que aparece em levantamentos é de equilíbrio, com Raquel numericamente à frente.
O entendimento do PSB pernambucano é de que o melhor momento da governadora já passou e que a situação mudará quando a campanha “começar para valer”, a partir de 16 de agosto.
Ao Poder360, o ministro do Empreendedorismo e um dos secretários do PSB nacional, Paulo Pereira, classificou como uma “vergonha” a quantidade de ordens de serviço assinadas por Raquel em 2026.
Pereira afirmou que a campanha de Campos irá nacionalizar a disputa, sem deixar de mostrar realizações do aliado na Prefeitura do Recife. A estratégia é associar Raquel ao bolsonarismo.
O ministro também fez críticas ao pré-candidato do PSD ao Senado em Pernambuco, Túlio Gadêlha, por tentar associar a imagem à do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Disse que o deputado que integra a chapa de Raquel “não é uma figura relevante”.
As declarações foram dadas depois da Convenção Nacional do PSB, em Brasília. O ato oficializou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) como candidato a vice na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os 2 vão reeditar a aliança vitoriosa de 2022.
Campos, por sua vez, reconheceu a disputa equilibrada em Pernambuco, mas projetou uma vitória baseada no seu “legado” enquanto administrou a capital pernambucana.
