Um grupo de 10 associações que representam centenas de empresas que atuam no setor de energia enviou uma carta ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em defesa do relatório substitutivo do projeto de lei 5.017 de 2019 (íntegra - PDF - 416 kB). Argumentam que há uma falta de oferta do que se chama de energia firme no Brasil, ou seja, fontes que não dependem de luz solar nem de vento, que são abundantes, mas intermitentes.
“A expansão acelerada da geração no Brasil trouxe energia abundante e competitiva, mas evidenciou uma escassez distinta: a de potência firme, flexibilidade e capacidade de resposta em tempo real. As contratações previstas no substitutivo [do PL 5.017] endereçam essa lacuna ao agregar atributos de despachabilidade e firmeza, complementares às fontes de geração variável, com modulação definida pelo operador do sistema e aproveitamento da infraestrutura de transmissão existente. Trata-se, além disso, de investimento com elevado conteúdo nacional: engenharia, bens de capital, equipamentos e mão de obra brasileiros, com efeitos de emprego, renda e arrecadação distribuídos por diversas regiões do país”, diz o manifesto, que chegou na 3ª feira (29.jul.2026) a Davi Alcolumbre (íntegra - PDF - 174 kB).
