Após pouco menos de três anos de deixar a seleção italiana, o técnico Roberto Mancini foi apresentado nesta quarta-feira como treinador da Itália para o ciclo da Copa do Mundo de 2030. Antes de responder perguntas, o comandante revelou um desentendimento entre ele e o presidente da federação italiana na época em que treinou a seleção, que o motivou a pedir demissão do cargo, decisão da qual se arrepende hoje em dia.
“Na época, houve uma falta de comunicação entre o presidente Gravina e eu. Se tivéssemos conversado pessoalmente, as coisas provavelmente teriam sido diferentes. Foi assim que aconteceu, e lamento profundamente, porque a camisa da Itália sempre significou muito para mim. É como o amor da sua vida: se você a perde, é porque fez algo de errado. Agora, graças ao presidente Malagò, tenho a oportunidade de consertar isso. Vou fazer tudo o que puder para levar a Seleção Italiana de volta ao lugar onde ela merece estar”, disse.
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Mancini também afirmou que planeja montar uma equipe que pratique um “futebol bonito”, que cative os torcedores. Além disso, também projetou títulos à frente da Itália.
“Vou tentar montar uma equipe capaz de jogar da forma como a Itália de alguns anos atrás jogava. O objetivo é praticar um futebol bonito, para que os torcedores voltem a se apaixonar pela Seleção e possam me perdoar.
