Meses após bater recordes internacionais com “O Agente Secreto” (2025), Wagner Moura, 50, está oficialmente de volta ao universo do cinema com o longa de suspense “A Última Casa” (2026), dirigido por Louis Leterrier (“Velozes e Furiosos 10”).
Em uma nova entrevista ao portal norte-americano GQ, o ator comentou sobre como foi o preparo para interpretar uma trama repleta de “segredos e reviravoltas” e elogiou a parceria com o diretor e sua colega de elenco Greta Lee (“Vidas Passadas”).
Ao comentar seu processo de preparação para entrar de cabeça na narrativa, Wagner afirmou que é a primeira vez que ele teve “que lidar com algo assim” e que a produção também lhe enviou uma lista com assuntos sobre os quais ele “não poderia falar”, mas que ele acabou nem lendo.
“A Covid foi terrível no Brasil, porque muita gente estava morrendo, mas tenho três filhos e passei momentos ótimos com minha família em casa. […] Este é um filme sobre família, sobre famílias que permanecem unidas, que estão juntas e compreendem as vulnerabilidades umas das outras. E foi isso que realmente ressoou em mim quando li o roteiro”, comentou.
Durante as quase duas horas de exibição, o longa-metragem acompanha uma família de quatro pessoas que de repente se vê presa dentro de casa contra sua própria vontade e precisa se unir para sobreviver à falta de alimentos e à ameaça misteriosa que está à espreita.
