O UBS registrou nesta quarta-feira (29) um aumento de 17% no lucro do segundo trimestre, superando as expectativas, e informou que planeja recomprar ações no valor de US$ 3 bilhões até meados do próximo ano, no máximo.
O maior banco da Suíça, que aguarda esclarecimentos sobre novas regras de capital que podem definir seu futuro, afirmou ter registrado um crescimento robusto e generalizado, especialmente na área de gestão de patrimônio e em seu banco de investimentos.
Sua divisão de operações financeiras apresentou receita recorde no segundo trimestre, em linha com os sólidos resultados tanto de Wall Street quanto de seus concorrentes europeus.
O lucro líquido atribuível aos acionistas ficou em US$ 2,8 bilhões, contra uma previsão de US$2,39 bilhões em uma pesquisa com analistas divulgada pela empresa.
O UBS, que adquiriu o rival Credit Suisse após seu colapso em 2023, alcançou um retorno sobre o capital comum de Nível 1 (CET1) de cerca de 17% no primeiro semestre, acima de sua meta de 15% para o final do ano.
“Embora o ano ainda não tenha terminado, estamos próximos de atingir o mesmo nível de lucratividade que o UBS tinha antes da aquisição, o que ressalta nossos esforços nos últimos três anos”, disse o diretor-executivo Sergio Ermotti em uma teleconferência com analistas.
Analistas descreveram os resultados e a recompra de ações como encorajadores e bem-vindos, e as ações do UBS subiram 2,5% nas negociações da manhã.
