O governo da Rússia acusou formalmente o cofundador e CEO do Telegram, Pavel Durov, por supostamente ajudar e facilitar o terrorismo por meio da plataforma. Ele também teve a prisão decretada pela agência de segurança do país e virou um procurado internacional.
Durov é acusado de permitir que o mensageiro Telegram mantenha no ar recursos como perfis, canais e robôs usados por serviços de inteligência da Ucrânia no conflito contra os russos, que já dura quatro anos.
O pedido de prisão não significa necessariamente que ele será detido: Durov atualmente tem residência em Dubai, mas costuma viajar bastante e não revelar o próprio paradeiro. Além disso, as autoridades dos Emirados Árabes Unidos ainda não responderam se vão ou não colaborar com o pedido.
Em resposta às acusações da Rússia, a conta oficial do Telegram publicou uma foto em baixa resolução e sem qualquer texto na rede social X (Twitter), mostrando o dedo do meio para a câmera.
