O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, colocou a busca pela superinteligência artificial como o grande objetivo atual da companhia. Em um artigo escrito para o The Wall Street Journal e publicado nesta terça-feira (28), o executivo reforçou a aposta e ainda explicou como a humanidade deve lidar com essa tecnologia.
Também conhecido pela sigla ASI (Artificial Superintelligence) em inglês, esse é o sistema previsto para ser capaz de superar por uma grande margem a inteligência e a capacidade cognitiva de qualquer ser humano, isso em todas as áreas possíveis, incluindo raciocínio, criatividade e resolução de problemas.
O texto reflete as apostas corporativas da empresa dona de Instagram, WhatsApp e Facebook, além de líder em óculos inteligentes. Desde o ano passado, ela separou a divisão de inteligência artificial (IA) em diferentes frentes e estabeleceu o laboratório Meta Superintelligence Labs (MSL) como prioridade.
A seguir, separamos os principais tópicos do artigo de Zuckerberg. O texto traz uma perspectiva otimista, mas que também aponta quais são os possíveis riscos desse futuro.
1. Ela está mesmo chegando (e será incrível)
Logo no início do texto, o CEO fala que somos privilegiados como sociedade por "viver em um momento incrível da história". Segundo ele, a tal superinteligência chegará dentro de alguns anos, embora um prazo mais específico não tenha sido apontado.
