Em levantamento global da Luminate, a Geração Z assumiu a liderança dos gastos com música ao vivo. No primeiro trimestre de 2026, os jovens desse grupo desembolsaram, em média, US$ 101 por mês com shows e festivais, acima dos US$ 94 registrados entre os millennials.
Os dados fazem parte da pesquisa global Live Music 2026 - From Tickets to Tours, elaborada com base em informações de bilheteria do Billboard Boxscore e em um levantamento sobre o comportamento de consumo das diferentes gerações.
O estudo também aponta um aumento na frequência. Em dois anos, a parcela de jovens que vai a pelo menos dois shows por ano subiu de 29% para 37%. No mesmo período, o percentual que considera o preço uma barreira caiu de 75% para 57%.
O ingresso, porém, representa apenas uma parte do orçamento. No Brasil, a agenda de música ao vivo também inclui shows e festivais realizados em cidades do interior e fora das capitais. Para parte do público, acompanhar essas apresentações envolve viagens e deslocamentos mais longos, o que amplia o peso do transporte, da alimentação e, em alguns casos, da hospedagem nas despesas.
Transporte também entra na conta
A organização começa antes da saída. Verificar os acessos ao local, possíveis bloqueios nas vias, áreas de embarque e desembarque e os horários de maior fluxo ajuda a definir o meio de transporte mais adequado.
Em grandes eventos, mudanças no trânsito e interdições temporárias podem alterar caminhos habituais.
