Aqui entre nós, a Nintendo sempre soube tirar leite de pedra com hardwares modestos, mas a limitação sempre ficou evidente nos jogos third-party. Quantas vezes adaptações de jogos da atual geração foram assombradas por resoluções baixas, texturas de péssima qualidade e taxas de frames que beiravam o “injogável”. Eu mesmo perdi a conta.
De uns tempos para cá, porém, esse cenário começou a mudar, sobretudo com a chegada do Nintendo Switch 2 e de sua capacidade de processamento muito superior à do antecessor, um verdadeiro respiro para a Big N. De Cyberpunk 2077 a Pragmata, não faltam exemplos positivos para demonstrar o poder de fogo do Switão 2 da massa.
Jogando na casa de Pokémon, Digimon Story Time Stranger parece tão natural em um console da Nintendo que chamá-lo de port pode até soar como um insulto. Time Stranger parece ter sido um game pensado para o formato híbrido desde o início, seja pelo ciclo de gameplay que se beneficia de sessões rápidas de jogatina, seja por apresentar um desempenho equiparável ao dos consoles parrudos.
A seguir, confira nossa review completa com a versão de Digimon Story Time Stranger para o Nintendo Switch 2.
Digimon Story Time Stranger é mais um exemplo positivo para o Switch 2
Antes de tudo, é importante destacar que todos os aspectos de performance mencionados nesta análise se referem à versão de Nintendo Switch 2, que foi a única que pudemos testar.
