O Dia do Batom, comemorado em 29 de julho, coloca em evidência um dos produtos mais reconhecidos e simbólicos da indústria da beleza.
Presente em diferentes períodos da história, o item deixou de ser apenas um recurso para adicionar aos lábios e se tornou uma ferramenta de expressão pessoal, capaz de acompanhar transformações culturais, comportamentais e estéticas.
Dos tons vermelhos que marcaram gerações às fórmulas quase transparentes que dominam as tendências atuais, o batom continua traduzindo o espírito de cada época.
Essa capacidade de se reinventar também ajuda a explicar a relevância econômica da categoria. Segundo levantamento da consultoria Grand View Research, o mercado global de batons movimentou cerca de US$ 17,5 bilhões em 2024 e deve alcançar US$ 23,8 bilhões até 2030.
No Brasil, a estimativa é que o segmento avance de US$ 507,5 milhões, registrados em 2024, para aproximadamente US$ 626,5 milhões em 2030. O estudo aponta ainda os produtos cintilantes como a maior categoria em receita no país, enquanto os batons matte devem apresentar o crescimento mais acelerado nos próximos anos.
Mais do que o aumento nas vendas, esses dados refletem uma mudança na maneira como as consumidoras escolhem e utilizam os cosméticos para os lábios. Cor e acabamento continuam importantes, mas passam a dividir espaço com atributos como hidratação, conforto, longa duração, efeito volumizador e ativos tradicionalmente associados ao skincare.
