No dia que a guerra do Irã completa 5 meses, Trump recebe Netanyahu na Casa Branca
Um navio iraniano afundado no Mar Cáspio por drones ucranianos.
Trinta mil soldados norte-coreanos a caminho da linha de frente russa.
Drones Shahed, fabricados no Irã, caindo sobre Kiev havia meses, agora sendo abatidos por especialistas ucranianos enviados ao Golfo Pérsico para ajudar a proteger aliados americanos de outros drones Shahed, disparados por outro país.
Há dois anos, cada um desses fatos seria tratado como episódio isolado, próprio de uma guerra regional específica. Hoje, cada vez mais gente enxerga neles a mesma coisa: pedaços de um único conflito, que se espalha.
A sensação de que o mundo já vive, ou está a poucos passos de viver, uma guerra mundial deixou de ser provocação acadêmica e virou tema corrente entre analistas de segurança internacional, colunistas e formuladores de política externa.
Não é consenso, e ninguém está dizendo que o mundo caminha para uma repetição das duas guerras do século 20.
Terceira guerra mundial: sensação de que o mundo já está nela ganha força
