EUA pausam ataques ao Irã por falta de mísseis, diz jornal
O Irã executou nesta terça-feira dois homens por seu envolvimento nos protestos em todo o país em janeiro, segundo informou a mídia estatal, em meio a uma série de sentenças de morte que, segundo grupos de direitos humanos, vêm sendo proferidas desde o início da guerra com os Estados Unidos.
Abolfazl Sepahi-Badjani e Amirhossein Safari-Hosseinabadi foram acusados de participar do assassinato de quatro membros das forças de segurança na Praça Alikhani, em Isfahan, em 8 de janeiro, informou o Mizan, veículo de notícias do Poder Judiciário.
Os protestos antigovernamentais em todo o país foram enfrentados com a maior onda de repressão da história da República Islâmica, durante a qual as forças de segurança mataram milhares de manifestantes.
Irã tem apostado em fechar o Estreito de Ormuz para pressionar seus adversários na guerra.
Getty Images via BBC
Desde então, a pressão sobre o Irã tem aumentado devido aos cinco meses de guerra que as autoridades de Teerã consideram existencial.
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Um painel de especialistas da Organização das Nações Unidas afirmou em um comunicado à imprensa na segunda-feira, antes da execução de Sepahi-Badjani e Safari-Hosseinabadi, que pelo menos 24 pessoas haviam sido executadas por crimes relacionados aos protestos de janeiro.
Irã executa mais dois homens pelos protestos de janeiro
