Uma juíza de Los Angeles decidiu nesta segunda-feira (27) que há provas suficientes para dar andamento ao caso de homicídio contra o cantor d4vd, acusado de matar Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos. A decisão foi tomada após uma audiência preliminar de cinco dias, que contou com mais de 10 testemunhas, enquanto os promotores tentavam demonstrar que tinham provas suficientes para ir a julgamento.
A audiência incluiu depoimentos chocantes sobre o corpo mutilado de Celeste, que foi encontrado no porta-malas do Tesla de d4vd em setembro do ano passado, análises da cena do crime na casa onde o artista estava hospedado e itens comprados na Amazon sob um pseudônimo, entre outras evidências.
O músico de 21 anos, cujo nome legal é David Anthony Burke, é acusado de matar e desmembrar a adolescente para impedi-la de divulgar detalhes sobre o relacionamento deles antes do lançamento de seu álbum, disseram os promotores.
Enquanto isso, o advogado de d4vd declarou anteriormente que “as provas reais neste caso” mostrarão que ele não matou Celeste e que “ele não foi a causa da morte dela”. Ele se declarou inocente das acusações de homicídio em primeiro grau com circunstâncias qualificadoras, abuso sexual contínuo de menor de 14 anos e mutilação de restos mortais humanos.
