O Grupo Audi (Audi, Bentley, Lamborghini e Ducati) divulgou, nesta segunda-feira (27), os resultados operacionais do primeiro semestre de 2026 e, diante das rigorosas tarifas comerciais nos EUA e do acirramento da concorrência na China, registrou queda de 16,57% no lucro líquido. Com 1,123 bilhão de euros de lucro líquido na primeira metade de 2026 (contra 1,436 bilhão no mesmo período de 2025), o conglomerado aposta em uma ousada renovação de portfólio para ganhar competitividade, tendo como principal trunfo o futuro Audi A2 e-tron.
A estratégia da fabricante alemã para enfrentar a volatilidade do mercado automotivo divide-se em duas frentes: enquanto o topo da gama ganha o imponente SUV Q9 no final de julho, a base do portfólio elétrico será reforçada na primavera com o A2 e-tron, ressuscitando o velho e icônico nome da virada do milênio.
De acordo com o CEO do Grupo Audi, Gernot Döllner, no comunicado oficial, a readequação de custos e a aceleração de novos modelos mostram a disposição da marca em se modernizar, já que, na Alemanha, mercado interno da marca, as entregas de veículos 100% elétricos subiram 23% no primeiro semestre, sinalizando a forte demanda pelo segmento.
Fabricado na sede da montadora, em Ingolstadt (Alemanha), o A2 e-tron chega com a missão de adaptar a mobilidade elétrica urbana à proposta premium da marca.
