🚨⚠️AVISO: esta reportagem contém relatos de assédio e importunação sexual, cuja leitura pode causar desconforto.
Relembre decisão do STJ que afastou Marco Buzzi, ministro acusado de assédio e importunação sexual
Acusado de assédio e importunação sexual por duas mulheres, o ministro afastado Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), será julgado pelo plenário da Corte na próxima quinta-feira (6). O STJ vai analisar um processo administrativo que pode resultar no afastamento definitivo de Buzzi do cargo.
Duas denúncias contra o ministro afastado estão sendo apuradas:
uma jovem de 18 anos afirma ter sido vítima de importunação sexual, durante um banho de mar, em janeiro de 2026, quando passava férias com a família na casa de Buzzi em Balneário Camboriú (SC); e
uma ex-funcionária de gabinete relatou episódios reiterados de assédio sexual e importunação cometidos enquanto trabalhava na equipe do magistrado no STJ.
Em paralelo, Buzzi é alvo de dois inquéritos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF): um sob suspeita de importunação sexual, por causa desses mesmos fatos, e outro sob suspeita de envolvimento em um esquema de venda de sentenças.
Em sua primeira entrevista desde que o caso de assédio veio a público, a advogada de Buzzi, Maria Fernanda Saad Ávila, contesta as acusações e afirma que há contradições nos depoimentos das testemunhas de acusação.
Maria Fernanda tem visitado os gabinetes dos ministros do STJ nesta semana para apresentar os argumentos da defesa.
Advogada de Buzzi contesta denúncias de assédio sexual e diz que registros de entrada no STJ contradizem acusações
