Considerado o principal afluente do Tietê, o canal do Rio Pinheiros tem enfrentado problemas históricos com esgoto clandestino, carga orgânica elevada e toneladas de lixo, por cerca dos 25 quilômetros que percorre pela cidade de São Paulo.
Ao todo, diariamente cerca de cem toneladas de lixo são retiradas diariamente. O processo de dragagem é feito por barco que auxilia em todo processo, desde a ‘escavação’ dos resíduos profundos, até mesmo empurrar a embarcação com três vezes o seu tamanho. O custo mensal é de cerca de R$ 5 milhões.
A CNN Brasil teve acesso, em primeira mão, ao novo plano do Governo de São Paulo, que promete aumentar em 20% a coleta do lixo flutuante e aumentar de oito para onze, o total de embarcações atuando diariamente ao longo do canal Pinheiros.
“A estrutura será composta por cinco conjuntos formados por embarcação e retroescavadeira embarcada, responsáveis pela retirada dos resíduos acumulados nas barreiras flutuantes, além de seis barcos menores”, segundo plano detalhado da Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP).
Com o objetivo de tratar a poluição, o programa governamental é realizado pela SP Águas (Agência de Águas do Estado de São Paulo).
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Para especialistas todo processo ainda é tímido e abaixo do ideal.
