A história nos prova que não devemos brincar com os assuntos de Deus. No momento especial que nosso país atravessa, remetemo-nos à maior arma que o povo cristão possui: a oração, que nada mais é do que conversar com o Pai.
Quando nosso irmão em Cristo, o ministro André Mendonça, tomou a atitude corajosa de remover o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada, foi logo enfrentado pelo ministro Flávio Dino, declaradamente comunista, que, em uma atitude duvidosa, os reconduziu aos cargos. Todo o povo cristão se prostrou em oração.
No entanto, precisamos nos lembrar sempre de que, quando oramos, os resultados se operam no tempo de Deus.
Lembro-me de um episódio da história mundial, que muito se aplica à nossa situação. Em 1935, em conversa com o ministro das Relações Exteriores da França, Pierre Laval, Josef Stalin, ditador da União Soviética, perguntou: “Quantas divisões tem o papa?”. A fala ironizava o fato de um líder religioso só possuir força mística por meio das orações. Mas o resultado todos já sabemos.
Assim, hoje, uma nação cristã como a brasileira, de tradição judaico-cristã, não opera com ideais belicosos, mas apenas na confiança em um Deus presente.
Com a repercussão mundial em desfavor de autoridades brasileiras acusadas de atitudes autoritárias e ilegais, constatamos, sim, a presença de uma força sobrenatural em defesa do povo patriota da nação.
