Karina Ferreira da Gama, dona da empresa Go UP Entertainment, responsável pelo filme ‘Dark Horse’ - sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Reprodução/Redes Sociais
Em análise sobre o caso Dark Horse, a Polícia Federal (PF) identificou que o Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade presidida por Karina Ferreira da Gama, produtora do filme "Dark Horse", repassou R$ 8,5 milhões à Ultra IP Tecnologia e Serviços Ltda.
A empresa é apontada pela investigação como uma das organizações usadas para redistribuir recursos dentro de uma rede que recorria a “laranjas” para ocultar a movimentação e a titularidade de valores provenientes de supostos desvios de recursos públicos.
Entre os repasses feitos pela Ultra IP, R$ 1 milhão foi transferido para uma empresa registrada em nome de uma cuidadora de idosos que recebia R$ 1.815 e era beneficiária do Novo Bolsa Família.
A empresa também enviou R$ 627,4 mil a uma firma cujo único sócio tinha como última ocupação formal a de servente de obras.
➡️Karina é a dona da produtora Go Up, que produz "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro. Na manhã desta quinta-feira (10), ela foi alvo de mandados de busca e apreensão da PF. A ICB, fundada por ela, tem um contrato com a Prefeitura de São Paulo.
As movimentações da Ultra IP
Segundo um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) analisado pela PF, a conta da Ultra IP foi aberta em 25 de julho de 2024.
ONG de Dark Horse repassou R$ 8,5 milhões a firma que abasteceu empresas 'laranja' em nome de cuidadora de idosos e servente de obras, diz PF
