O custo da cesta básica de alimentos recuou em 25 das 27 capitais brasileiras em agosto de 2026, impulsionado pela maior oferta de produtos de hortifruti, como batata e tomate.
Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta 5ª feira (10.set.2026) pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) em parceria com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Eis a íntegra (PDF - 862 kB).
Apenas duas capitais tiveram alta no mês:
Maceió (AL): +1,43%;
São Luís (MA): +0,78%.
E as quedas mais expressivas foram em:
Rio Branco (AC): -4,68%;
Manaus (AM): -4,55%;
Boa Vista (RR): -4,47%;
Aracaju (SE): -3,89%;
Cuiabá (MT): -3,37%.
ALTA ACUMULADA
No acumulado do ano, as 27 capitais registram alta no custo da cesta básica, com taxas de 2,82% em Brasília a 12,29% em Porto Velho (RO).
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o custo da cesta subiu em 25 capitais e caiu em duas:
maiores altas - Goiânia (+7,51%), Cuiabá (+6,42%) e Vitória (+6,26%);
quedas - Brasília (-0,64%) e Palmas (-0,27%).
SÃO PAULO LIDERA CUSTOS
São Paulo manteve o posto de capital com a cesta básica mais cara do Brasil, a R$ 900,59, mesmo com queda de 1,58% no mês. Em seguida aparecem:
Cuiabá (MT): R$ 851,57;
Rio de Janeiro (RJ): R$ 851,19;
Florianópolis (SC): R$ 850,90.
