Um vídeo de uma adolescente dançando com a mãe dentro de um hospital em Porto Alegre viralizou nas redes sociais nos últimos dias. Lívia Borges, 14, está em recuperação após enfrentar a síndrome de Guillain-Barré e aparece nas imagens comemorando a volta dos movimentos ao lado de Elisiane Marques Lopez.
O registro foi feito pela neuropsicóloga Lidiane Klein, que estava em um prédio em frente ao Hospital da Criança Santo Antônio. Inicialmente, ela não conhecia a história por trás da cena. Depois da repercussão, Lívia explicou que aquele momento representava a felicidade de voltar a andar e, principalmente, poder dançar novamente. As duas também ensaiavam uma rancheira para a Semana Farroupilha.
View this post on Instagram
A post shared by Neuropsicóloga Lidiane Klein (@lidianeklein_neuropsi)
A história chama atenção não apenas pelo vídeo, mas também pela reação que ele provoca. Mesmo sem conhecer Lívia ou sua família, milhares de pessoas se emocionaram ao acompanhar uma conquista que pertence a alguém que não conhecem. Afinal, por que ficamos emocionados e curtimos vídeos de pessoas que se recuperam de uma doença?
Histórias de superação podem despertar esperança
Um estudo publicado em 2025 na revista Psychology of Popular Media analisou o efeito de diferentes tipos de vídeos sobre o estado emocional dos espectadores.
