Os preços do suíno vivo apresentam movimentos distintos entre as regiões brasileiras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Enquanto algumas áreas do Sudeste registraram pequenas altas nos últimos dias, sustentadas pela demanda mais firme, o Sul teve recuos diante da maior disponibilidade de animais para abate.
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Segundo pesquisadores do Cepea, indústrias aumentaram a procura por novos lotes de suínos diante do aquecimento da demanda por carne suína na ponta final do mercado.
O movimento é mais evidente no Sudeste e já era esperado para o período, devido ao recebimento dos salários pela população, que tende a favorecer o consumo.
Maior oferta pressiona preços no Sul
No Sul do país, o cenário é diferente. A maior quantidade de animais disponíveis para abate tem pressionado as cotações do suíno vivo, mesmo diante da melhora da demanda doméstica.
De acordo com o Cepea, essa oferta foi ampliada pelo menor ritmo dos embarques registrado em agosto, aumentando a disponibilidade de animais no mercado interno.
Com isso, o aumento da procura pela carne ainda não foi suficiente para sustentar as cotações do suíno vivo na região.
Demanda por carne suína segue aquecida
No mercado atacadista, o ritmo de negócios com a carne suína permanece favorável.
