Petistas demonstram receio sobre o que virá nas últimas semanas antes do 1º turno. Há menção a um “medo real” pela imprevisibilidade.
O entendimento é de que a situação está difícil nesse momento pelos “vazamentos seletivos” de inquéritos da Polícia Federal relacionados ao caso do Banco Master. Reforçam críticas a isso.
Na 4ª feira (9.set.2026), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou a “quebra completa do sigilo” atrelado às investigações sobre o Master.
A manifestação do petista se deu depois do afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, determinado na 3ª feira (8.set) por André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Já o ministro do STF Flávio Dino mandou na 4ª feira (9.set) que Andrei fosse reintegrado ao posto.
O presidente do Supremo, Luiz Edson Fachin, suspendeu as decisões de Mendonça e Dino. Na prática, mantém Rodrigues como chefe da corporação, mas anula os efeitos da decisão de Flávio Dino.
Aliados de Lula adotam publicamente um ponto de vista semelhante ao do petista. O deputado Paulo Guedes (PT-MG) disse ao Poder360 que Lula “respeita as instituições e trata todos os ministros do Supremo com deferência”.
O congressista avalia que o presidente “não tem ministro de estimação” e que “os problemas do Supremo, quem tem que resolver é o Supremo”.
