Os juros futuros interromperam nesta quarta-feira (9) uma sequência de cinco quedas, em meio à alta do petróleo no exterior e ao anúncio de medidas do governo para reduzir os preços dos combustíveis. No fim da sessão, as taxas longas aceleraram o avanço, enquanto o Brent para novembro fechou acima de US$ 100 por barril.
No encerramento dos negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 passou de 13,571%, no ajuste anterior, para 13,58%. O DI para janeiro de 2029 avançou de 13,705% para 13,865%, e o DI para janeiro de 2031 subiu de 13,902% para 14,095%.
O movimento ganhou força após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar decreto que reduziu o PIS/Cofins sobre a gasolina em R$ 0,63 por litro e cortou R$ 0,19 por litro do etanol, zerando a tributação do produto. Também foi assinada uma Medida Provisória com subvenção adicional de R$ 1 por litro de diesel, com o objetivo de manter os preços estáveis nas bombas.
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No mercado internacional, os contratos futuros do petróleo fecharam com alta de mais de 3%. O Brent para novembro, referência para a Petrobras, atingiu US$ 101,21 por barril, maior patamar desde o fim de julho. O avanço ocorreu após novos desdobramentos do conflito entre Estados Unidos e Irã.
