Políticos brasileiros se manifestaram nesta 4ª feira (9.set.2026) pelo fim do sigilo das investigações ligadas ao Banco Master e ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), em meio à crise institucional gerada pelo afastamento e reintegração do diretor-geral da Polícia Federal em menos de 24 horas como desdobramento da crise no Supremo Tribunal Federal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o 1º a se pronunciar publicamente. Em publicação no X, sem citar nomes, defendeu a “quebra completa do sigilo” das investigações do caso Master e classificou o escândalo como “o maior crime financeiro da história do Brasil”.
O petista também criticou o que chamou de “vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral” e citou a operação Spoofing como precedente de divulgação de investigações em andamento. “Por isso, é urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja quem for, doa a quem doer. O Brasil precisa saber a verdade”, afirmou Lula.
A manifestação foi a 1ª do presidente depois do ministro André Mendonça, do STF, determinar na 3ª feira (8.set) o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues da chefia da PF.
Segundo Mendonça, a corporação teria produzido relatórios de inteligência sobre sua própria atuação no Supremo e monitorado suas atividades por cerca de um mês.
